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Início em maio de 2010

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Seja Bem Vindo!


"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim.
Ou são ramos da mesma árvore majestosa.
Portanto, são todas verdadeiras."

Mahatma Gandhi



Muita paz, muita luz a todos!


Examina o sentido, o modo e a direção de tuas palavras, antes de pronunciá-las. Emmanuel

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domingo, 27 de março de 2016

Ceifeiros

Clique em: Blog de Espiritismo"João Cândido da Costa": Ceifeiros 

Ceifeiros

"Então disse aos seus discípulos: A
seara e realmente grande, mas poucos
os ceifeiros"
(Mateus, 9:37)


O ensinamento aqui não se refere à colheita espiritual dos grandes períodos de renovação no tempo, mas sim à seara de consolações que o Evangelho envolve em si mesmo.
Naquela hora permanecia em torno do Mestre a turba de corações desalentados e errantes que, segundo a narrativa de Mateus, se assemelhava a rebanho sem pastor. Eram fisionomias acabrunhadas e olhos súplices em penoso abatimento.
Foi então que Jesus ergueu o símbolo da seara realmente grande, ladeada porém de raros ceifeiros.
É que o Evangelho permanece no mundo por bendita messe celestial destinada a enriquecer o espírito humano, entretanto, a percentagem de criaturas dispostas ao trabalho da ceifa é muito reduzida. A maioria aguarda o trigo beneficiado ou o pão completo para a alimentação própria. Raríssimos são aqueles que enfrentam os temporais, o rigor do trabalho e as perigosas surpresas que o esforço de colher reclama do trabalhador devotado e fiel.
Em razão disso, a multidão dos desesperados e desiludidos continua passando no mundo, em fileira crescente, através dos séculos.
Os abnegados operários do Cristo prosseguem onerados em virtude de tantos famintos que cercam a seara, sem a precisa coragem de buscarem por si o alimento da vida eterna. E esse quadro persistirá na Terra, até que os bons consumidores aprendam a ser também bons ceifeiros.

Pão Nosso
Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito Emmanuel


quarta-feira, 16 de março de 2016

Gente humilde

www.livrariamundoespirita.com.br

Quando se pensa em homenagens, de um modo geral, se focalizam pessoas de destaque. Pessoas que realizaram grandes feitos, que influenciaram ou influenciam comunidades. Pessoas que fazem a diferença no mundo. Pessoas cuja atuação, nas ciências, nas artes, na política foi decisiva para a alteração de quadros tristes na face da Terra.

Contudo, existem outras tantas e especiais criaturas que merecem a mais profunda homenagem. Mães que saem à luta, todos os dias, para conseguir o pão honrado para seus filhos. Pais que abraçam as madrugadas, antes que o sol desperte, para garantir a moradia modesta, o livro e o caderno para o filho se ilustrar. Jovens que abandonam seus próprios sonhos para apoiar a existência de irmãos menores, providenciando-lhes o alimento, a escola, o agasalho.

 Tantos heróis. Anônimos. Passam por nós todos os dias. Servem-se do transporte urbano, do metrô, sempre lotados. Enfrentam filas no mercado popular, no armazém da família, no posto de saúde. No cansaço do rosto, levam a esperança de que o amanhã raiará mais risonho e menos difícil. Prosseguem sem trégua porque do seu esforço e da sua faina dependem outros preciosos seres ao seu coração. Não são notados. São eles que mantêm a limpeza das ruas, das grandes cidades, das nossas casas. São os que chegam à nossa residência e nos garantem a casa limpa, a roupa lavada e passada, a comida sempre à hora certa. São os que erguem moradias, mesmo que não sejam eles a ocupá-las.

São os que providenciam as estradas planas mesmo que não tenham carros para nelas transitar. São os que diligenciam o pão quentinho, nas manhãs, mesmo que em sua casa somente se sirva o pão amanhecido. Tantos trabalhadores. Tantas criaturas das quais dependemos, todos os dias.

E que movimentam a máquina comercial, empresarial, a indústria... Irmãos nossos. Muitos deles quase invisíveis ao nosso olhar. Com certeza, para eles é que compuseram Chico Buarque de Holanda e Vinícius de Morais a música Gente humilde, imortalizada por inúmeros cantores. É uma constatação de uma realidade que se vive.

 Também uma grande homenagem a esses tantos que lutam, bravamente, todos os dias, com a dignidade de quem tem consciência do próprio valor. Pessoas que despertam o dia, alimentam as horas com seu trabalho e garantem a sua subsistência e de quem mais lhes compartilhe a vida: Há certos dias em que eu penso em minha gente, e sinto assim todo o meu peito se apertar.

Porque parece, que acontece de repente, como um desejo de eu viver sem me notar... Igual a como, quando eu passo no subúrbio, eu muito bem, vindo de trem, de algum lugar... Aí me dá, uma inveja dessa gente, que vai em frente, sem nem ter com quem contar. São casas simples com cadeiras na calçada, e na fachada escrito em cima que é um lar. Pela varanda flores tristes e baldias, como a alegria que não tem onde encostar.

 E aí me dá uma tristeza no meu peito, feito um despeito de eu não ter como lutar. E eu que não creio, peço a Deus por minha gente. É gente humilde, que vontade de chorar.

 Redação do Momento Espírita,
 com versos da música Gente humilde,
de Chico Buarque de Holanda e Vinícius de Morais.
Em 16.3.2016.


quinta-feira, 3 de março de 2016

Elizabete Lacerda * Liz&Alex | Mãos Vazias | Paz do Meu AMOR

https://goo.gl/eRzjGA

Elizabete Lacerda | Liz&Alex | Mãos Vazias

Publicado por Tacaraci Fernandes Vieira em Quinta, 3 de março de 2016

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Ser Especial



Ser especial


Conta-se que um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de cem reais. Para as cerca de duzentas pessoas que se encontravam na sala, ele perguntou quem queria aquela nota.
Todos ergueram a mão.

Então, ele amassou a nota e perguntou outra vez quem desejava possuí-la. As mãos continuaram erguidas.
Ele amassou a nota um tanto mais. Depois de se encontrar bem amarrotada, a mostrou ao público e repetiu a pergunta.

Eles continuavam a querer a nota. Agora, pareciam ansiosos, esperando que ele decidisse, de uma vez por todas, quem a receberia.

Mas, o palestrante a colocou com cuidado sobre a mesa, procurando alisá-la, a fim de que melhorasse seu aspecto. Enquanto ia fazendo isso, lentamente, foi falando:

O que acabamos de vivenciar nos deve servir de grande lição. Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor.
Amarrotada, amassada, dobrada, envelhecida, enrugada, ela continuará a ter o mesmo valor, cem reais.

Pois bem. Em nossas vidas também ficamos um tanto amassados, amarrotados pelas desilusões que nos permitimos, pelas dificuldades próprias da vida, pelo cansaço que vai tomando conta de nós.

Às vezes, nos dobramos ante o peso das dores que nos chegam. De outras, o pranto que derramamos pela perda financeira ou pelo abandono de um amigo, nos deixa com aspecto doentio, enrugado. É como se nos permitíssemos murchar pela dor.

Os anos pintarão marcas em nossas faces, alterando o brilho dos olhos e a maciez da pele. As mãos perderão algo da sua flexibilidade e as pernas demorarão um pouco mais para a realização dos movimentos.

A nossa memória poderá nos pregar algumas peças, ensejando-nos trocar nomes de pessoas, esquecer datas importantes ou fatos ocorridos.

De outras vezes, poderemos nos sentir como notas sujas, pelas decisões erradas que tomamos. É quando o remorso chega e tenta se assenhorear de nossa mente.

Quando tudo isso acontece, nos sentimos homens ou mulheres sem valor.

Mas, não é verdade. Não importa quanto estejamos sujos, maltratados, amarrotados, pisados, enrugados. Continuamos a ter valor. Um valor especial.

Isso porque cada um de nós é especial. Somos espíritos imortais e se, a caminho da perfeição, passamos por pântanos, estradas solitárias e lamaçais, ainda assim continuamos a ser especiais.


*   *   *

Não entremos em depressão por descobrir que somos uma pessoa com muitas falhas.
É sempre tempo de recomeçar. Levantemos a cabeça. Tomemos a decisão. E mudemos.
Se praticamos o mal, proponhamo-nos a consertar o que for possível.

Se estamos magoados, sacudamos a poeira dos sentimentos que nos deixam doentes, observemos o dia que nasce e conscientes de que somos únicos, adentremos pelos caminhos que produzem vontade de viver.

Se, por acaso, descobrirmos que ninguém nos ama, tenhamos certeza que, acima e além de todos, quem nos criou, nos ama de forma incondicional.

Assim, espanquemos a tristeza. Acabemos com o desânimo.
Lembremos: hoje é o melhor dia de toda nossa vida. E somos seres muito, muito especiais.

Redação do Momento Espírita, com base no
artigo Para um amigo especial, de autoria
ignorada.
Em 23.4.2014.

FEDERAÇÕES ESPÍRITAS

FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DO ACRE

Federação Espírita de Alagoas

Federação Espírita do Amapá
Federação Espírita Amazonense
Federação Espírita do Estado da Bahia
Federação Espírita do Estado do Ceará
Federação Espírita do Distrito Federal
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União Espírita Mineira
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NATAL É JESUS

“Há mais, muito mais, para o Natal do que luz de vela e alegria; É o espírito de doce amizade que brilha todo o ano. É consideração e bondade, é a esperança renascida novamente, para paz, para entendimento, e para benevolência dos homens.”